À beira de um ataque de nervos? Mais vale prevenir que remediar os comportamentos desafiantes das crianças

À beira de um ataque de nervos? Mais vale prevenir que remediar os comportamentos desafiantes das crianças

Avizinhando-se o final do ano letivo, a educadora Filomena faz um balanço geral do que foi vivido na sua sala durante o ano. Foi um ano bastante exigente. Sente que passou demasiado tempo a gerir o comportamento de algumas crianças, particularmente em determinados momentos do dia, como por exemplo, na transição da brincadeira livre para… Continuar a ler

Eu não me zango, se tu não te zangares! Será a (Des)regulação emocional do bebé, do/a educador/a ou de ambos?

Eu não me zango, se tu não te zangares! Será a (Des)regulação emocional do bebé, do/a educador/a ou de ambos?

“Os bebés são todos diferentes! Aquele bebé chora muito…fico tão cansada ….aquele quase não chora até me esqueço. E este é o Pipo que me diverte muito porque é só sorrisos!” (observação de uma educadora estagiária). A forma como o bebé regula emoções afeta o seu bem-estar e desenvolvimento social, emocional e cognitivo, enquanto, molda… Continuar a ler

À beira de um ataque de nervos? Como lidar com os comportamentos desafiantes das crianças

À beira de um ataque de nervos? Como lidar com os comportamentos desafiantes das crianças

Os/as profissionais de educação de infância relatam frequentemente que uma das principais preocupações no seu quotidiano tem que ver com a gestão dos comportamentos desafiantes das crianças, tais como atirar objetos, interromper as atividades das outras crianças, bater, não cumprir as regras ou as instruções… Neste texto irei destacar um conjunto de estratégias que pode… Continuar a ler

Salvos pelo amor! Relações de vinculação e desenvolvimento

Salvos pelo amor! Relações de vinculação e desenvolvimento

Em qualquer idade receber e dar amor é fundamental. Intuitivamente, percebemos a importância de ter alguém em quem confiar, o valor de nos abrigarmos no amor dos outros, e de poder amar alguém de tal forma que esse amor é em si próprio estruturante. Na infância, o amor dos pais (geralmente, as figuras de vinculação),… Continuar a ler

Serão as emoções adaptativas? Sim, mas precisam de ser reguladas!

Serão as emoções adaptativas? Sim, mas precisam de ser reguladas!

A promoção de competências emocionais nas crianças tem vindo a ser cada vez mais valorizada [1]. Aos dois anos a criança parece ser já capaz de nomear emoções, aos três começa a falar das experiências emocionais dos outros e aos quatro é capaz de perceber que as reações emocionais podem variar de pessoa para pessoa… Continuar a ler

De que forma pode um/a educador/a potenciar a brincadeira entre pares?

De que forma pode um/a educador/a potenciar a brincadeira entre pares?

O brincar de crianças pequenas tem sido alvo do interesse de investigadores/as de várias áreas do saber [1,2]. O que é brincar e como é que este aparece associado ao desenvolvimento de competências – por exemplo, sociais e emocionais – e ao bem-estar geral de crianças pequenas são questões que ocupam os/as profissionais/as e investigadores/as.… Continuar a ler

As amizades em contexto de jardim de infância

As amizades em contexto de jardim de infância

As amizades são importantes para o bem-estar das crianças. Muitas vezes, é com o suporte dos amigos que as crianças se sentem confiantes para embarcar nas aventuras do dia-a-dia, adquirindo novas competências. Com suporte e encorajamento dos adultos, crianças com ou sem incapacidades podem desenvolver amizades que lhes proporcionam alegria e, simultaneamente, as ajudam a… Continuar a ler

Crescer com os outros é desafiante! A importância das competências sociais e emocionais

Crescer com os outros é desafiante! A importância das competências sociais e emocionais

              Crescer com os outros é desafiante! Fazer amigos. Partilhar. Expressar emoções. Cuidar de alguém que foi magoado. Esperar pacientemente. Apreciar a companhia de outros. Lidar com sucesso com os desafios diários. Estes e outros aspetos revelam um desenvolvimento social e emocional positivo. Num mundo diverso e em incrível… Continuar a ler

“Os meninos podem escolher o que querem fazer”: o direito de participação em salas de jardim de infância

“Os meninos podem escolher o que querem fazer”: o direito de participação em salas de jardim de infância

Esta sala é muito bonita porque a professora ouve os meninos. Os meninos podem escolher o que querem fazer e podem fazer o que querem (A., 5 anos). O direito de participação das crianças tem ganho progressivo reconhecimento e visibilidade em diversos domínios do saber. No domínio da investigação esta é uma temática recente. No… Continuar a ler